4.27.2006

Anfetaminas, as "bolinhas"

A primeira anfetamina era chamada de Bezedrina e era utilizada no tratamento de esquizofrenia, paralisia cerebral infantil, e bloqueio coronário entre outras aplicações. Na maioria das vezes vem em forma de comprimidos, mas também podem aparecer na forma de tabletes, podem ser injetáveis, inalados ou fumados.

São substâncias que exercitam o Sistema Nervoso Central (SNC), isso é, fazem o cérebro funcionar mais depressa.
Vulgarmente são conhecidas como "bolinhas".
Sob a designação geral de anfetaminas existem três categorias de drogas sintéticas que diferem entre si do ponto de vista químicos.
As anfetaminas propriamente ditas são "destroanfetamina e a metanfetamina". Existem no mercado vários produtos entre essas três categorias.

São elas: "Benzina e Bifentamina", um sulfato de destroenfetamina. Em estado puro, as anfetaminas têm forma de cristais amarelados com sabor intragavelmente amargo.

- Efeitos no cérebro: As anfetaminas agem de uma maneira ampla afetando vários comportamentos do ser humano.
A pessoa que toma anfetaminas é capaz de executar uma atividade qualquer por mais tempo sentindo menos cansaço. Este só aparece horas mais tarde quando a droga já se foi do organismo.

As anfetaminas não exercem somente efeitos no cérebro, também dilatam a pupila (em medicina se chama midriasi), também pode ocorrer aumento os batimentos do coração (taquicardia, aumento da pressão sangüínea).

Muitas pessoas, principalmente mulheres jovens, fazem uso dos medicamentos que reduzem o apetite no intuito de perderem peso, muitas vezes sem acompanhamento medico.

É importante ressaltar que muitos medicamentos são congêneres de anfetaminas e podem apresentar riscos a saúde. As anfetaminas são drogas sintéticas fabricadas em laboratórios.

Portanto não são produtos naturais. Assim sendo, com o decorrer do tempo de uso, estabelece-se uma sensação de perseguição do tipo paranóia. O usuário julga-se seguido, com medo e exausto.

Nesse caso a internação é necessária, pois a recaída não advém. O seu uso deve ser controlado pelo médico, principalmente no caso de regime alimentar, o período não deve ultrapassar 8 e 12 semanas para que a dependência não se instale.

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