9.02.2012

10 entre 10 brasileiros preferem feijão... mesmo transgênico?


Olá Pessoal!
Hoje resolvi postar aqui um artigo atual, escrito para o Jornal da Ciência da SBPC (Sociedade Brasileira para o progresso da Ciência) a respeito dos transgênicos, em especial do feijão transgênico  resistente ao vírus do mosaico dourado, produzido por pesquisadores brasileiros da EMBRAPA.  No Brasil, essa doença está presente em todas as regiões produtoras e, ao atingir a plantação ainda na fase inicial, pode destruir toda a lavoura. As variedades transgênicas de feijão,  garantem vantagens econômicas e ambientais, com a diminuição das perdas, garantia das colheitas e redução da aplicação de produtos químicos no ambiente. 
É importante lembrar que o Brasil é o maior produtor mundial de feijão com produção média anual de 3,5 milhões de toneladas. Típico produto da alimentação brasileira é cultivado por pequenos e grandes produtores em todas as regiões. Devemos ter orgulho do nosso feijão transgênico!
Aos vestibulandos: assunto quente!

O feijão transgênico da Embrapa é seguro

Artigo de Francisco G. Nóbrega e Maria Lucia Zaidan Dagli

Um dos temas importantes da oposição às plantas geneticamente modificadas (PGMs) é a questão da pureza genética. Genes de um organismo não poderiam atuar em outros, algo que não seria "natural". Desconhece-se ou ignora-se propositalmente a crescente literatura que mostra a transferência horizontal de genes entre bactérias, fungos, vermes, plantas e mesmo entre humanos e bactérias e até DNA de Trypanosoma passando para células do coração humano. Um gene de peixe transfere ao organismo receptor apenas sua função catalítica ou estrutural definida e não a característica "peixe". 
 União Européia (UE) acabou de autorizar o uso de uma proteína de peixe de águas geladas, produzida em bactéria, para uso em sorvetes de baixo conteúdo calórico. A rápida aprovação causou estranheza aos opositores. A explicação foi a inexistência de produto análogo na UE, demonstrando como existe boa articulação entre os ativistas e os interesses de empresas européias. Não há problema de segurança, como o próprio órgão europeu encarregado da liberação tem declarado repetidamente. Idem para as grandes academias científicas americanas e européias.  Será que ativistas de ONGs ou cientistas de universidade a elas ligados, sabem mais sobre a segurança das PGMs?

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Minha nota: O professor  Francisco G. Nóbrega foi meu professor e orientador na universidade e mestrado: profissional e pessoa notável e admirável: pesquisador respeitado e renomado nacional e internacionalmente. Presto aqui uma humilde homenagem a esta pessoa que  tenho como modelo de caráter ética e profissionalismo. 

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